No [… a coisa toda] A medida em que a situação ecônomica na Grécia ganha contornos dramáticos, de verdadeira agonia, o dircuso em favor das medidas de austeridade se fortalece entre os gestores, senão verdadeiros fabricantes da crise. Hollande, recem eleito na França com uma plataforma crescimentista e, portanto, oposta à austeridade pelo menos com relação à Grécia está de […] http://dlvr.it/1ZVGnN #blog
Emicida e a polícia, o dedo encontra a ferida
El Efecto (via sambadeumanotaso)
(via sambadeumanotaso)
Uma vez assisti uma palestra de um homem sábio. Roberto Freire, o outro, não o político, mas o psiquiatra anarquista. Escreveu um belo romance chamado Cleo e Daniel. Ele disse algo que guardei. Nós falamos sobre tudo, queremos falar sobre tudo. Mas há algo sobre o que não podemos falar: nossos sentimentos. Sentir é sentir, está dentro da psiquê e não dentro da linguagem. Assim, quando podemos falar sobre o amor que sentimos, o verbo está no tempo pretérito, passado. A linguagem não é apta a descrever o que se sente atualmente, no tempo do agora. Assim, nenhuma linguagem e suficiente para descrever a dor do luto, só depos de ter vivenciado o sofrimento é que podemos descrevê-lo.
Ele disse que “só se pode falar do amor como necrópsia”, só depois que o sentimento não mais existe como tal, é que podemos descrevê-lo.
Tudo que está no coração agora não pode ser dito. Só sentido. Se não, se pode ser dito, então já passou, não é mais sentimento.
She looked up and saw … Here we call it the weeping willow, because the branches and the leaves fall like tears